Em curta declaração a partir da Casa Branca, em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a ordem para “bombardeamentos de precisão” sobre a Síria, numa acção conjunta dos EUA, França e Reino Unido, com mísseis a serem disparados a partir de porta-aviões das forças aliadas, estacionadas no Mediterrâneo, e a partir daí visando alvos específicos na Síria.

Damasco, a capital da Síria, está entre os alvos dos mísseis aliados já que rapidamente começaram a surgir notícias de mísseis sobre os céus daquela cidade em resultado dos tais “bombardeamentos de precisão” que visam impedir que o regime sírio mantenha a capacidade de utilizar armas químicas.

Numa altura em que ainda não se conhecem reacções da Síria ou da Rússia, quando se sabe que o governo russo de Putin está ao lado de Assad, na Síria, há apenas informações da televisão síria a dar conta de terem sido abatidos pelos menos 13 mísseis pelas barreiras anti-aéreas sírias.

As forças aliadas — EUA, França e Reino Unidos — justificam este ataque pela necessidade de “eliminar a capacidade da Síria de produzir e utilizar armas químicas”, surgindo estes ataques ao regime de Assad poucas horas depois de António Guterres, Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, ter afirmado que haviam chegado à Síria, esta sexta-feira, técnicos especializados enviados pela ONU para avaliarem da efectiva utilização de armas químicas por parte do regime sírio.

JR

 

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