Em curta declaração a partir da Casa Branca, em Washington, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a ordem para “bombardeamentos de precisão” sobre a Síria, numa acção conjunta dos EUA, França e Reino Unido, com mísseis a serem disparados a partir de porta-aviões das forças aliadas, estacionadas no Mediterrâneo, e a partir daí visando alvos específicos na Síria.

Damasco, a capital da Síria, está entre os alvos dos mísseis aliados já que rapidamente começaram a surgir notícias de mísseis sobre os céus daquela cidade em resultado dos tais “bombardeamentos de precisão” que visam impedir que o regime sírio mantenha a capacidade de utilizar armas químicas.

Numa altura em que ainda não se conhecem reacções da Síria ou da Rússia, quando se sabe que o governo russo de Putin está ao lado de Assad, na Síria, há apenas informações da televisão síria a dar conta de terem sido abatidos pelos menos 13 mísseis pelas barreiras anti-aéreas sírias.

As forças aliadas — EUA, França e Reino Unidos — justificam este ataque pela necessidade de “eliminar a capacidade da Síria de produzir e utilizar armas químicas”, surgindo estes ataques ao regime de Assad poucas horas depois de António Guterres, Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, ter afirmado que haviam chegado à Síria, esta sexta-feira, técnicos especializados enviados pela ONU para avaliarem da efectiva utilização de armas químicas por parte do regime sírio.

JR

 

Sem contar com o central Sérgio Ramos, o Real Madrid do internacional português Cristiano Ronaldo garantiu o apuramento para as meias-finais da Liga dos Campeões da UEFA, com um golo marcado apenas no último minuto dos descontos a partir de uma grande penalidade muito contestada pelos italianos da Juventus. Para um jogo em que a turma transalpina chegava com uma derrota averbada em Turim por 0-3, ninguém esperava tantas dificuldades para o Real, mas a Juve, com um golo aos seis minutos, abriu caminho para um excelente jogo, colocando-se a vencer por 3-0 no Santiago Bernabéu e empatando desse modo a eliminatória.

À beira do final do tempo regulamentar, mais concretamente aos 90+07', quando parecia inevitável o prolongamento de mais 30 minutos de jogo, eis que é assinalada uma grande penalidade quanto a nós indiscutível na grande área da Juventus. Os homens da formação de Turim protestaram, Buffon foi o que mais contestou a decisão do árbitro, e de tal forma o fez que viu mesmo o cartão vermelho directo, acabando expulso e ficando a Juventus reduzida a 10 unidades. Higuaín acabou por dar o seu lugar ao guarda-redes suplente Szczesny e foi perante este que Cristiano Ronaldo acabaria por transformar o castigo máximo, de forma irrepreensível, garantindo assim as aspirações do Real.

No final do jogo, os dirigentes da Juve exigiram a opção pelo VAR nos jogos da Champions, Buffon nem sequer falou aos jornalistas de tão irritado que se encontrava, enquanto que do outro lado Cristiano Ronaldo garantia ter sido pénalti, afirmando não compreender o porquê de tantos protestos dos elementos do clube italiano. Certo é que foi o pénalti marcado de forma fria e irrepreensível pelo internacional português que salvou o Real Madrid, num jogo em que motivou títulos da imprensa transalpina, mas também de jornais da Catalunha, a apelidarem de “roubo” aquilo que se passou no Santiago Bernabéu. 

No outro jogo da Liga dos Campeões disputado esta quarta-feira, o Bayern Munique empatou com o Sevilha (0-0) garantindo com isso a continuidade na prova já que vencera na primeira mão por 1-2 em casa da turma andaluz. Já na terça-feira, o Barcelona ficou pelo caminho eliminado pela Roma, que venceu a turma catalã por 3-0 depois de ter consentido o triunfo do Barça no primeiro jogo por 3-1, isto enquanto que o Liverpool eliminou o poderoso Manchester City ao ir vencer por 1-2 a Manchester depois de já ter vencido na primeira mão por um categórico 3-0 em Liverpool.

Estão assim apurados para as meias-finais da Liga dos Campeões o Liverpol, AS Roma, Real Madrid e Bayern de Munique.

JR