Educação: 15 professores na requalificação
Hoje é Quinta-Feira, 19 de Outubro de 2017

Educação: 15 professores na requalificação

A Fenprof condena procedimento e acusa ministro de desrespeito por professores e educadores

escola3A Direção-Geral da Administração Escolar publicou a lista provisória dos 15 professores de carreira integrados no sistema de requalificação, aplicável a toda a Administração Pública . Segue-se uma audiência prévia dos docentes em questão, ao abrigo do Código do Processo Administrativo.

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De acordo com a informação colocada no Portal do Governo, “os restantes professores dos quadros que se encontravam sem componente lectiva atribuída obtiveram um horário de trabalho, na sequência da manifestação de preferências ocorrida no final da semana passada, e tendo em conta as necessidades das escolas que estavam por preencher”.

“Outros foram integrados em atividades que correspondem a necessidades efetivas do sistema de ensino, como as turmas do programa integrado de educação e formação. Os professores que vierem a integrar o sistema de requalificação podem manter-se na lista de não colocados para efeitos dos concursos destinados à satisfação de necessidades temporárias e concorrem na primeira prioridade, o mesmo sucedendo no concurso interno. Por outro lado, a atribuição de um horário lectivo durante, pelo menos, 90 dias úteis consecutivos, interrompe os prazos da requalificação.Em todas as situações, a colocação ocorreu de acordo com as preferências manifestadas pelos professores”, pode ler-se na nota da responsabilidade do Ministério da Educação.

Fenprof condena

A Fenprof tem, contudo, uma visão diderente do problema: “Já se sabe que serão 15 os docentes que Nuno Crato atirou, este ano, para a mobilidade especial/requalificação, pois o seu ministério apressou-se em emitir comunicado com esse número, sem que, no entanto, os interessados tenham sido notificados desse facto, continuando sem se saber quem foram as primeiras vítimas desta medida”.

A Fenprof diz ainda que “condena veementemente tal procedimento” e acrescenta que constitui “mais uma evidência do enorme e intolerável desrespeito com que este ministro e a sua equipa tratam os professores e educadores”.

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