"Clinton or Trump!?"... É dia de eleições nos EUA

"Clinton or Trump!?"... É dia de eleições nos EUA

Os Estados Unidos da América vão esta terça-feira a votos para escolher o sucessor de Barack Obama

EUA-EstatuaLiberdadeA democrata Hilly Clinton ou o republicano Donald Trump, um dos dois irá recordar esta terça-feira, 8 de Novembro, como o dia em que foi alvo da escolha dos norte-americanos para presidente dos EUA , sucedendo assim a Barack Obama. Ultrapassado um período de campanha agitado, marcado por acusações mútuas por vezes muito alám das batalhas políticas.

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Aos 69 anos, Hillary Clinton, 69 anos, parte para este acto eleitoral com uma vantagem muito ligeira, a julgar pelas mais recentes sondagens, apontando o seu programa na continuidade daquilo que Obama tem vindo a defender no seu mandato presidencial que agora chega ao fim. Ultrapassado o caso dos emails, a propósito dos quais o FBI disse esta segunda-feira não haver motivos para agir judicialmente contra a candidata, Hillary pôde respirar fundo e avançar para este dia de eleições mais tranquila, mesmo sabendo que Trump continua a acusar a candidata democrata de atitudes contra os EUA.

Do lado dos republicanos, Donald Trump, aos 70 anos, acredita que os norte-americanos irão decidir-se pelas suas propostas no momento de votarem. Ainda assim, também já disse que, caso não seja eleito, todo o dinheiro investido nesta campanha eleitoral terá sido um enorme desperdício.

Candidato pelo Partido Republicano, Trump é um magnata que aponta o dedo à emigração ilegal, propõe-se a construir um muro a separar os EUA do México, e garante que irá mudar o sistema de saúde anulando as políticas de Barack Obama, o denominado sistema "Obama Care". Ao longo das primárias do partido republicano, Trump venceu 16 concorrentes adversários, alguns com uma carreira política assinalável que ainda assim não evitaram a continuidade do por vezes excêntrico magnata na corrida à Casa Branca.

Resta por isso esperar mais umas horas para que se saiba quem irá receber a maioria dos votos para suceder a Obama, uma eleição cujas consequências, afinal, vão muito para além das fronteiras dos EUA, ou não fosse este porventura o país mais influente na política e nos acontecimentos globais.

Jorge Reis

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