“Ó Zé Bate o Pé”... a 18 de Março na Damaia

“Ó Zé Bate o Pé”... a 18 de Março na Damaia

Nomes como os de Luis Aleluia ou Maria Tavares propõem-se a permitir duas horas de um bom espectáculo ao jeito “revisteiro”

BatePe1Duas horas de espectáculo para bater o pé à tristeza e à má disposição é a proposta de “Ò Zé Bate o Pé”, um “espectáculo alegre e revisteiro” como definem os seus promotores , no qual o humor crítico e apimentado da revista à portuguesa é temperado com cantigas, com presença no palco do sempre agradável Cineteatro Dom João V, na Damaia, já no próximo dia 18 de Março.

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Servido por um elenco de caras conhecidas do Teatro e da Televisão, do qual destacamos nomes como os de Luís Aleluia, Maria Tavares, Vítor Emanuel, Fátima Couto ou Bárbara Santos, estaremos certamente perante uma receita de bom humor, música e teatro ao jeito revisteiro que deixa a garantia da capacidade de dar por bem passadas duas horas em plena boa disposição.

Olhando para o elenco, o nomes de Luís Aleluia, o popular "menino Tonecas" da série "as Lições do Tonecas" salta à vista como o nome porventura mais conhecido do grande público. Presença assídua diversos programas de televisão, este actor dá corpo à personagem do Cabo Júlio na série televisiva "Bem-vindos a Beirais" na RTP1.

Maria Tavares, um nome consagrado no Teatro, foi uma das fundadoras do Grupo de Teatro "Adoque" onde desenvolveu intensa actividade como actriz sempre com assinalável destaque. Presente também em várias séries televisivas e telenovelas, o seu trabalho é requisitado pela excelente qualidade técnica e artística de que é capaz.

Outra cara conhecida deste elenco é a de Vitor Emanuel, que o público reconhece pela presença assídua em diversos programas de televisão, contando no curriculum com várias séries e "sitcoms". A sua versatilidade enquanto actor é reconhecida no mundo da publicidade e do cinema, sendo que também no teatro o actor se destaca pela experiência e grande empatia que consegue junto do público.

Porventura menos conhecida mas nem por isso menos talentosa, Fátima Couto surge claramente como uma “revisteira” que neste trabalho se impõe pelo seu inegável talento como actriz e intérprete de grandes sucessos da música ligeira portuguesa.

E porque se falou em música, a referência ao fado neste espectáculo através de Barbara Santos, uma jovem revelação do fado que dá voz aos poetas, sendo o seu talento reconhecido como provam os diversos prémios que tem recebido, ela que neste projeto se estreia também como actriz.

No palco do Cineteatro Dom João V, na Damaia, bem às portas de Lisboa, um espectáculo que aqueles que gostam de teatro e nomeadamente do género revisteiro não irão querer perder. Aos outros, que não têm por hábito acompanhar este tipo de espectáculos, ou que simplesmente nunca se deixaram tentar pelo mesmo, fica a nossa recomendação para que "arrisquem", mesmo sob pena de ficarem fãs e quererem aproveitar outras oportunidades para acompanhar este e outros espectáculos do género.

JR

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